A natureza da luz

Até a época de Isaac Newton (1642-1727), muitos cientistas pensavam que a luz era formada de fluxos de partículas emitidos pelas fontes de luz. Galileo e outros tentaram, sem sucesso, medir a velocidade da luz. Por volta de 1665, algumas evidências de propriedades de ondas começaram a ser descobertas. Por volta do início do século 19, evidências de que a luz é uma onda começaram a crescer.

Em 1873 James Clerk Maxwell formalizou a existência de ondas eletromagnéticas e calculou sua velocidade de propagação. Este desenvolvidos, juntamente com os trabalhos experimentais de Heinrich Hertz iniciados em 1887, mostraram que a luz é uma onda eletromagnética.

As duas personalidades da luz

No entanto, isso não é toda a história da luz. Muitos efeitos associados com a emissão e absorsão da luiz revelaram que ela possui um aspecto de partícula, em que a energia carregada pela onda eletromagnética é empacotada em pacotes chamos de photons ou quanta. Esta aparente contradição entre propriedades da luz e partícula foram desfeitas em 1930 com o desenvolvido da eletrodinâmica quântica, uma teoria que inclui tanto as propriedades de onda como de partícula. A propagação da luz é melhor descrita pelo modelo ondulatório, mas o entendimento da emissão e absorção é entendido usando o modelo de partícula.

A fonte fundamental de toda radiação eletromagnética são cargas elétricas em movimento acelerado. Todos os corpos emitem radiação eletromagnética como resultado do movimento térmico de suas moléculas; esta radiação, chamada radiação térmica, é uma mistura de diferentes comprimentos de onda. Em termperaturas suficientemente grandes, toda matéria emite luz visível suficiente. Talvez o exemplo mais comum é o filamento de uma lâmpada incadescente, que usualmente opera em uma temperatura de cerca de 3000 ºC.

Outra fonte de luz que tem sido comentada atualmente é o laser. Em grande parte das fontes luminosas, a luz é emitida independetemente por diferentes átomos da fonte; no laser, em contraste, átomos são induzidos a emitir luz em uma forma coerente. O resultado é um feixe de radiação muito estreito, muito intenso e que se aproxima bastante de uma fonte monocromática.

Não importa qual é a fonte, a radiação eletromagnética viaja no vácuo sempre na mesma velocidade de 2,99792458 \times 10^8 m/s.

Fonte: University Physics, 12th edition, Hugh D. Young, Roger A. Freedman

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Uma resposta to “A natureza da luz”

  1. juliana ferreira Says:

    gostei muita da explicação

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